Varejo: um setor ainda promissor

Adicionar comentário 22 de Outubro de 2008 às 08:28 admin

Cresceu o número de empregos formais na Região Metropolitana de Belém

BELÉM (PA) - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) informou em balanço divulgado ontem que mais de 11 mil empregos formais foram criados entre janeiro e setembro de 2008 na Região Metropolitana de Belém, apresentando um aumento percentual de 4,5%.

A análise informou que o comparativo entre admitidos e desligados nos últimos 12 meses foi positivo, e que o setor da construção civil foi um dos principais responsáveis.

O balanço do Dieese é feito com base em dados do Ministério do Trabalho, que confirmaram mais de 10 mil admissões e cerca de 8 mil demissões apenas no mês de setembro.

Na análise dos setores econômicos no mês de setembro, quase todas as áreas apresentaram saldo positivo de emprego formal, com exceção do setor de agropecuária e indústria de transformação, que tiveram um decréscimo de 3,87% e 0,79%, respectivamente.

O setor de construção civil teve o maior aumento, com 3,45% ou 630 postos de trabalho criados no mês. No país, o Ministério do Trabalho pesquisou a criação de empregos formais em 9 regiões metropolitanas nos últimos 12 meses, sendo que Belo Horizonte mostrou o maior crescimento, com 9,42%, seguido por São Paulo (8,38%) e Curitiba (7,79%). (Hyury Carvalho/Diário do Pará)

Fonte: Diário do Pará

Adicionar comentário às 08:15 admin

Arroz e feijão ficam mais caros no varejo, diz FGV

SÃO PAULO - O consumidor sentiu os preços aumentarem na primeira semana de outubro, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em 07 de outubro, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,16%, taxa 0,25 ponto percentual superior a coleta encerrada em 30 de setembro.

Para o coordenador do índice da FGV, Paulo Picchetti, se não fosse os reflexos da crise financeira mundial, tudo indica que a inflação entraria em um período de estabilidade. Nesta apuração, seis das sete classes de despesa componentes do índice registraram acréscimos: Alimentação (-0,97% para -0,23%), Habitação (0,24% para 0,34%) Vestuário (0,58% para 0,72%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,19% para 0,23%) Educação, Leitura e Recreação (0,11% para 0,12%) e Transportes (0,10% para 0,13%).

No sentido oposto, o grupo Despesas Diversas caiu de 1,02% para 0,86%. A maior contribuição para a aceleração do IPC-S partiu do grupo Alimentação, com 21 itens em alta, sendo que os principais destaques foram: Hortaliças e Legumes (-7,88% para -4,79%), Frutas (2,11% para 4,02%), Laticínios (-3,22% para -2,49%) e Arroz e Feijão (-2,88% para -0,72%).

Já o preço do óleo de soja continua caindo (-6,69% para -9,82%) e o leite longa vida, embora tenha desacelerado a queda, continua apresentado deflação (-7,31% para -5,76%). “Estamos vendo uma elevação dos preços de hortaliças, frutas e legumes e também sofrendo uma pressão por parte de grãos, vinda do cenário internacional”, disse Picchetti. De acordo com a FGV, ajudaram ainda elevar o IPC-S o aumento dos gasto com água e esgoto residencial (1,70% para 2,39%), cigarros (2,23% para 2,17%), aluguel residencial (0,43% para 0,46%) e condomínio residencial (0,58% para 0,93%). (Com informações do InvestNews)

Fonte: Diário do Pará

Adicionar comentário 8 de Outubro de 2008 às 11:38 admin

Consumidor adquiriu carne bovina mais barata em setembro

Após o recuo no preço do pescado, o valor da carne bovina seguiu o mesmo ritmo e fechou o mês de setembro em queda de 5,9%. No período, a carne de primeira foi comercializada em média a R$10,63. É o primeiro registro de queda em 2008. Nos primeiros nove meses deste ano, o alimento já acumula um reajuste de 2,21 %. A análise é do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócioeconômicos.

De acordo com a pesquisa, com o salário mínimo de R$ 415,00 e a carne custando em média R$ 10,63 é possível comprar cerca de 39 quilos. No mesmo período do ano passado era possível adquirir 42 quilos, já que o alimento custava em média R$ 8,96.

Nas primeiras semanas de outubro,a análise mostra uma estabilização no preço da carne tanto em açougues como em supermercados. ‘O problema é que esta estabilização de preços ocorre com o preço ainda muito elevado’, afirmou Roberto Sena, supervisor do Dieese.

Ainda segundo o Dieese, no mês passado, o Pará apresentou a maior queda no preço da cesta básica entre os 16 estados onde o departamento faz a pesquisa da alimentação. Apesar da redução de 7,34 % a situação ainda é preocupante em Belém. Para comprar os ítens, o consumidor gastou
R$ 191,19 e comprometeu a metade do atual salário minimo, colocando a cidade mais uma vez entre as dez capitais mais caras do País. O reajuste acumulado nos preços chega a 15,46 %.

Fonte: O Liberal

Adicionar comentário 7 de Outubro de 2008 às 11:22 admin

Emprego voltou a crescer em Belém

BELÉM (PA) - O Dieese-PA divulgou, nesta quinta-feira (25), o balanço do emprego formal na Região Metropolitana de Belém (RMB). As análises feitas com base em dados do Ministério do Trabalho mostram que, na relação entre admitidos e desligados, em agosto, o emprego formal apresentou crescimento de 4%, com saldo positivo de cerca de 9.400 postos de trabalho.

O crescimento foi visto em quase todos os setores econômicos da RMB.

A construção civil foi o setor que mais gerou empregos, teve 3,16% de contratações com um saldo 557 novos postos de trabalhos, seguido do setor de serviços com crescimento de 0,92% e saldo positivo de 1.173 postos de trabalhos. No comércio o crescimento foi de 0,60% (445 postos), na indústria de transformação o aumento foi de 0,08% e saldo positivo de 24 postos de trabalhos, e a administração pública apresentou alta de 0,05% e saldo positivo de dois postos de trabalhos.

As perdas ficaram com a indústria e utilidade pública e agropecuária, com decrescimento de 0,15% e 1,53%, apresentando saldo negativo de seis e 75 postos de trabalho, respectivamente.

Emprego no Brasil – Das nove regiões metropolitanas pesquisadas pelo Ministério do Trabalho, nos últimos 12 meses, os principais destaques de crescimento de empregos formais foram Belo Horizonte (com um saldo positivo de 103.220 postos de trabalhos), São Paulo (com aumento de 423.100 postos de trabalhos) e Curitiba (que teve saldo de 61.774 novas contratações). (Da redação/Informações Dieese-PA)

Fonte: Diário do Pará

Adicionar comentário 25 de Setembro de 2008 às 10:51 admin

Irritado, pássaro aprende a miar para calar papagaios barulhentos

Um mainá que vive em Nanjing, na China, conseguiu acabar com a conversa barulhenta de dois papagaios aprendendo a miar.

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O pássaro –que, como os papagaios, tem facilidade para imitar sons– foi comprado por um senhor que o ensinou a falar, segundo o jornal “Yangtse Evening Post”.

Logo depois, o dono adquiriu dois papagaios e os colocou perto da gaiola do mainá. Muito tagarela, a dupla verde passou a irritar o pássaro.

“Ele começou a pular freneticamente na gaiola depois que os papagaios chegaram”, afirmou o sr. Jiang ao jornal. “O mainá então percebeu que os dois ficavam quietos quando um gato da vizinhança vinha aqui e miava”, continuou o chinês.

Dias depois, ele notou que a ave passou a miar e os papagaios se acalmavam. Agora, quando os dois começam a fazer barulho, o pássaro imita o som do gato e a dupla se cala imediatamente.

“Parece até que ele desaprendeu todo o chinês que eu ensinei”, disse o dono.

Fonte: Folha

Adicionar comentário 24 de Setembro de 2008 às 09:19 admin

Uso de garrafões plásticos na venda de água mineral tem regras definidas

O Departamento Nacional de Produção Mineral do Ministério de Minas e Energia disciplinou o uso de embalagens de plástico retornáveis para a comercialização de água mineral.

De acordo com a Portaria n.º 387, publicada na edição desta terça-feira (23) do Diário Oficial da União,os vasilhames devem ser fabricados com resina virgem ou outro material aceitável para contato com alimentos, que atendam s especificações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A norma prevê o reenvase de vasilhames plásticos retornáveis exclusivamente em volumes de capacidade nominal de dez ou 20 litros. Além disso, as embalagens devem ter no fundo a data limite de três anos de validade.

As empresas terão o prazo de um ano para se adequar, devendo então passar a adquirir garrafões de plástico retornáveis devidamente certificados.

O descumprimento das obrigações instituídas nesta portaria acarretará ao infrator as penalidades previstas no Código de Águas Minerais (AE)

Fonte: Diário do Pará

Adicionar comentário 23 de Setembro de 2008 às 15:49 admin

Aprovado projeto de lei que garante assistência técnica gratuita a famílias de baixa renda

BRASÍLIA - A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou o Projeto de Lei da Câmara (13/08) que assegura às famílias de baixa renda assistência técnica pública e gratuita para o projeto e a construção de habitação de interesse social. A proposta, de autoria do deputado Zezéu Ribeiro (PT-BA), será agora examinada pelo Plenário da Casa e, se aprovada sem alterações, seguirá para a sanção presidencial.

O presidente da Federação Nacional dos Arquitetos (FNA), Ângelo Arruda, lembra que o projeto, se transformado em lei, vai legitimar o que já tem sido feito hoje, de forma voluntária, por profissionais que se dedicam a orientar a população de baixa renda. “Com a criação de fundos para remunerar esses profissionais, serão gerados de 10 a 15 mil novos postos de serviço”, afirmou Ângelo.

Para ele, o papel do Sistema Confea/Crea será o de promover a divulgação do projeto nos Estados e contribuir, por exemplo, regulamentando a gratuidade da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) para projetos sociais. Segundo Ângelo Arruda, estima-se que o déficit habitacional seja de 7 milhões de residências e, nesse universo, cerca de 700 mil famílias dependam de assistência técnica imediata.

Para o presidente da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), Carlos Roberto Bittencourt, essa antiga reivindicação do Sistema é um ganho para a sociedade, em primeiro lugar, principalmente no que se refere à qualidade e à segurança das habitações e, indiretamente, é um ganho para os engenheiros, arquitetos e agrônomos. “A engenharia poderá ser mais valorizada”, afirmou Bittencourt. Já o presidente da Federação Nacional de Engenheiros, Murilo Celso de Campos Pinheiro, a iniciativa permite que a áreatecnológica dê uma maior contribuição à sociedade. “Sem dúvida, a aprovação deste Projeto de Lei representará um marco na área da engenharia nacional”, afirmou.

O assessor parlamentar do Confea, Pinheiro Marques, ressaltou o intenso trabalho feito pelas lideranças do Sistema Confea/Crea e pelas entidades ligadas ao Sistema, para debater a questão da assistência técnica gratuita. Ele lembrou, por exemplo, o mutirão que levou as lideranças ao Congresso Nacional, em fevereiro de 2008, para debater com os parlamentares a Agenda Parlamentar Prioritária, em que o projeto de assistência técnica gratuita era um dos destaques.

De acordo com o presidente do Confea, eng. civil Marcos Túlio de Malo, o projeto representa uma forma de valorização dos profissionais registrados no Sistema. “Será uma oportunidade de mostrar para a sociedade o quanto representa a engenharia para o desenvolvimento e a organização das cidades e para a preservação do meio ambiente”, afirmou Túlio de Melo. “Essa é mais uma prova de que o Sistema Profissional pode ir além das fronteiras da fiscalização do exercício profissional”, acrescentou. (COMUS/ Confea)

Fonte
: Diário do Pará

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Lei prevê tamanho mínimo para letras de contrato

Os contratos de adesão a partir de hoje (23) terão que ter letras com tamanho mínimo 12, além de termos claros e com caracteres legíveis. A finalidade é facilitar a compreensão do consumidor.

A Lei n.º 11.785, que prevê a medida, está publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União. A norma altera o inciso terceiro do Artigo 54 do Código de Defesa do Consumidor, que passa ter tal obrigatoriedade. (Agência Estado)

Fonte: Diário do Pará

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Emprego formal registra alta de 4% em oito meses em Belém

O balanço efetuado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, no Pará) sobre a flutuação dos postos de trabalho no setor formal da economia em Belém, no mês de agosto de 2008, mostra saldo positivo de 0,76% em relação ao mesmo período do ano passado.

A pesquisa é realizada com base em dados do Ministério do Trabalho e compara o número de admitidos e desligados. Em agosto deste ano, foram feitas 8.046 admissões contra 6.487 desligamentos, gerando um saldo positivo de 1.559 postos de trabalho.

A maioria dos setores apresentou crescimento. O melhor resultado ficou por conta da construção civil, com aumento de 2,95% e saldo positivo de 388 postos de trabalho. Em seguida estão: setor da indústria de transformação, com crescimento de 1,07% e um saldo positivo de 189 postos de trabalho; serviços, com alta de 0,73% e saldo de 777 postos de trabalho; e comércio, com crescimento de 0,46% e um saldo positivo de 266 postos de trabalho.

Entre os setores que registram queda no número de empregos formais estão: agropecuária, com um decréscimo de 1,55% e um saldo negativo de 51 postos de trabalho; serviços da indústria e utilidade pública, com redução de 0,26% e um saldo negativo de 10 postos de trabalho; e administração pública, com um decréscimo de 0,07% e um saldo negativo de um posto de trabalho.

Janeiro a agosto - Nos oito primeiros meses do ano, o crescimento registrado é de 4%, com 55.862 admissões contra 47.982 desligamentos, gerando um saldo positivo de 7.880 postos de trabalho. Este saldo é maior do que o verificado no mesmo período do ano passado, quando o saldo foi de 4.379 postos de trabalho gerados.

Ano - Nos últimos 12 meses (setembro/2007 a agosto/2008), o aumento foi de 5,38%. No período foram feitas 81.504 admissões contra 70.836 desligamentos, gerando um saldo positivo de 10.668 postos de trabalho.

Ainda com base no balanço efetuado pelo Dieese, a maioria dos setores econômicos apresentou resultados positivos. As exceções foram: administração pública, com um decréscimo de 1,26% e a perda de 20 postos de trabalho; e o setor de indústria de transformação, com um decréscimo no emprego formal de 3,37% e a perda de 633 postos de trabalho.

No mesmo período, os setores econômicos que se destacaram na geração de emprego formal foram: construção civil, com um crescimento de 11,38% e um saldo positivo de 1.400 postos de trabalho; seguido pelo setor de serviços da indústria e utilidade pública, com um crescimento de 9,49% e um saldo positivo de 376 postos de trabalho; serviços, com um crescimento de 6,22% e um saldo positivo de 6.399 postos de trabalho; agropecuária, com alta de 5,49% e um saldo positivo de 151 postos de trabalho; e comércio, com aumento de 5,35% e um saldo positivo de 2.995 postos de trabalho.

Fonte: O Liberal

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