Seguro desemprego terá ajuste de 12%

Assim como o salário mínimo, reajustado a partir do dia primeiro de fevereiro passando de R$ 415 para R$ 465, o seguro desemprego também terá aumento, informa o Diário Oficial da União de hoje. De acordo com a norma do Ministério do Trabalho e Emprego publicada, haverá aumento fixo de 12,048% na aplicação do benefício. Assim, em 2009, o valor médio do seguro desemprego será de R$ 564,40.

Segundo a Resolução n.º 587, cada faixa salarial terá um valor básico diferenciado.De acordo com o Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que falou sobre o tema na última sexta-feira (30), o seguro desemprego tem seu valor atrelado ao aumento do salário mínimo, e as medidas referentes ao seguro emprego terão caráter geral, mas atenderão a especificidades de cada setor.As informações são da Agência Brasil. (InvestNews)

Fonte: Diário Online

Adicionar comentário 2 de Fevereiro de 2009 às 11:45 admin

Novo salário deve injetar R$ 750 milhões na economia paraense

A partir deste domingo (1º) entra em vigor o novo salário mínimo, que passa de R$ 415 para R$ 465, o que representa um um reajuste de 12,05%. Mas o impacto da mudança no bolso do trabalhador só acontecerá em março, quando trabalhadores da ativa e aposentados receberão os salários e benefícios referentes ao mês de fevereiro.

De acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), com o novo valor de R$ 465, o mínimo apresenta um ganho real de cerca de 6%, o maior desde de 2006, quando o aumento foi de 13,04%. Em 2008 o salário sofreu aumento de 9,21%. A inflação foi de 4,98% e o ganho real foi de 4%.

Na região Norte, o investimento na economia será de R$ 1,4 bilhão, segundo estimativas do Dieese. Deste total de recursos, pouco mais da metade (cerca de R$ 750 milhões) devem ser injetados na economia paraense nos próximos 12 meses, uma média de R$ 62,5 milhões ao mês. ‘Uma quantidade expressiva destes valores deverão ser direcionados para o consumo’, avalia Roberto Sena, supervisor técnico do Dieese.

Pesquisas do Dieese mostram que, das 3,1 milhões de pessoas ocupadas, cerca de 1,1 milhão recebem como remuneração máxima um salário mínimo. Deste total, a maioria é de homens, cerca de 613 mil pessoas. Com a elevação do salário mínimo, o ganho real acumulado no período de abril de 2002 até fevereiro de 2009 deve alcançar cerca de 45%. No mesmo período, nominalmente, o salário mínimo teve um reajuste de 132% contra uma inflação de cerca de 60% (INPC/IBGE). ‘Mesmo assim o consumidor ainda continua comprando pouca coisa’, afirmou Sena.

Em dezembro de 2008 a cesta básica dos paraenses custava R$ 199,05 e comprometeu cerca de 52% do salário mínimo atual (R$ 415). ‘Com o novo valor, o impacto deverá diminuir um pouco, mas não o bastante para que o mínimo atenda os preceitos constitucionais, onde o trabalhador pudesse ter o direito a habitação, vestuário, transporte, educação, alimentação, lazer, etc’, lamentou Sena. Segundo cálculos do Dieese, este salário constitucional deveria ser R$ 2.141.

Novo salário - O acordo fechado entre as Centrais Sindicais, com apoio técnico do Dieese e Governo Federal, mudou as datas de reajustes do salário mínimo, que nos últimos anos oscilou entre maio e abril. Pelo acordo, em 2009, o mínimo será reajustado a partir de 1º de fevereiro e em 2010, a partir de 1º de janeiro.

A base para o reajuste também foi acordada entre o Governo e as Centrais Sindicais desde o ano passado. Os reajustes do salário mínimo levaram em conta sempre a variação do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos passados, mais a inflação acumulada dos últimos 12 meses. O PIB do ano de 2007 ficou em torno de 5,70% e a variação estimada da inflação do período de março de 2008 a janeiro de 2009 está estimada em torno de 6%.

Redação Portal ORM

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Consumidor dos EUA corta gastos; encomendas recuam

Por Glenn Somerville

WASHINGTON (Reuters) - Os consumidores norte-americanos fizeram em outubro o maior corte de gastos em mais de sete anos, e as encomendas de bens manufaturados despencou, segundo relatórios divulgados nesta quarta-feira que mostram um cenário recessivo.

Os gastos que alimentam dois terços da atividade econômica dos Estados Unidos caíram 1,0 por cento, a maior queda desde os ataques de setembro de 2001. Foi o quarto mês seguido de retração nos gastos.

Ainda pior, uma pesquisa mostrou que a confiança dos consumidores do país recuou em novembro para o menor nível em 28 anos.

As encomendas de bens duráveis despencaram 6,2 por cento em outubro, mais de duas vezes a previsão de Wall Street.

O único item relativamente positivo foi um relatório do Departamento de Trabalho mostrando que os pedidos de auxílio-desempreo caíram em 14 mil na semana passada. Ainda assim os pedidos estão em 529 mil, nível pior ao que os economistas normalmente associam a uma recessão.

A média quadrissemanal dos pedidos, menos volátil, avançou para 518 mil, a maior leitura desde janeiro de 1983.

A bateria de indicadores incluiu também um relatório mostrando que a atividade no Meio-Oeste do país se contraiu em novembro em ritmo mais severo que o esperado.

O índice de confiança do consumidor da Reuters e Universidade de Michigan caiu para 55,3 em novembro, ante 57,6 em outubro. Foi o nível mais baixo desde 1980.

Fonte
: Revista Veja

1 comentário 27 de Novembro de 2008 às 10:54 admin

Maus hábitos afetam a saúde dos paraenses

Para muitos nutricionistas, a região Norte tem à disposição uma variedade imensa de frutas e legumes e, mesmo assim, o Pará é considerado o Estado que menos aproveita esses alimentos.

A nutricionista Raquel Assunção Botelho, professora da Universidade de Brasília (UnB), afirma que o Norte se alimenta de frutas sim. O que preocupa é a forma como esses alimentos são aproveitados. “No Norte, existem muitos frutos típicos da região que poderiam enriquecer o cardápio com seus nutrientes. Mas, ao invés disso, muitas pessoas substituem as frutas ou seu suco, por sorvetes de fruta, sobremesas, etc”.

Por conta da má alimentação, o Estado apresenta um quadro preocupante de distúrbios alimentares. Segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), 45% da população está acima do peso saudável e desse total, 14% são crianças. Além dos distúrbios, doenças como hipertensão, osteoporose e tipos de câncer, crescem no Estado por hábitos alimentares inadequados. Segundo dados da Rede Paraense de Controle ao Câncer (RPCC), 35% dos tipos de câncer diagnosticados no Pará, são decorrentes da má alimentação.

Algumas iniciativas têm sido realizadas com o objetivo de reverter esse quadro. Criados em 1994, os Centros Colaboradores em Alimentação e Nutrição (Cecan’s) surgiram através de uma parceria entre conhecimento científico das Universidades e Área Técnica de Alimentação e Nutrição, do Ministério da Saúde. Na região Norte, o Cecan localiza-se em Belém, na UFPA, e presta apoio às Coordenações Estaduais de Alimentação e Nutrição da região Norte, que são localizadas em: Rondônia, Acre, Roraima, Amapá e Pará.

Recentemente, o Cecan promoveu uma Oficina de Alimentos Regionais. A oficina, que aconteceu nos dias 30 e 31 de outubro, teve o objetivo de aprovar receitas regionais para a publicação da segunda edição do livro “Alimentos Regionais Brasileiros”, do Ministério da Saúde. (Diário do Pará)

Adicionar comentário 7 de Novembro de 2008 às 13:17 admin

Emprego no Pará cresce mais 7%

BELÉM (PA) - No Pará, em 2007, segundo dados do Ministério do Trabalho, o emprego formal cresceu 7,79% com a criação de quase 60 mil novos postos de trabalho, o que representa cerca de 35% de todos os postos gerados na região Norte.

Os números são baseados nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais/2007). A Rais é um registro administrativo com declaração anual e obrigatória para todos os estabelecimentos existentes no território nacional. As informações captadas sobre o mercado de trabalho formal referem-se aos empregados celetistas, estatutários, avulsos, temporários, dentre outros, segundo remuneração, grau de instrução, ocupação, nacionalidade e informações dos estabelecimentos relativos à atividade econômica, dentre outros.

Na análise por região efetuada pelo Dieese com base na Rais, pode-se observar o grande contraste entre as várias regiões do país.

A região Norte foi a que apresentou a maior variação em termos de crescimento de empregos em 2007, mas foi a que obteve a menor fatia do total de postos de trabalho do país.

A maior fatia dos 2,452 milhões de postos de trabalho gerados no Brasil com a região Sudeste e a menor, com a região Norte. O Sudeste gerou 1,392 milhão de postos de trabalho (56,7%), seguido do Nordeste com 381,9 mil postos; Sul com 332,1 mil postos; CentroOeste com 183,3 mil postos e Norte com 162,5 mil postos. Em termos de variação por região, a maior ficou com o Norte (9,07%); seguida do Sudeste (7,68%); CentroOeste (6,39%); do Nordeste (6,17%) e do Sul (5,38%).

Na análise do Dieese, com base na Rais/2007, o destaque maior foi o Estado do Pará, com a geração de 57.550 postos de trabalho; seguido do Amazonas (43.356); Rondônia (17.990); Tocantins (17.808); Amapá (10.381); Roraima (9.004) e do Acre (6.426). “Em 2007, em todo Norte, foram gerados 162.515 novos postos de trabalho.

Destes, cerca de 35% foram produzidos no Pará (57.550)”, diz Sena.

Segundo os dados da Rais analisados pelo Dieese no ano passado, a remuneração real média dos trabalhadores no Pará aumentou cerca de 2,74 %.

Em dezembro/2007 as mulheres tiveram uma remuneração média de R$ 1.055,19 com um crescimento de 3,49%; e os homens tiveram uma remuneração média de R$ 1.105,34. (Luis Flávio/Diário do Pará)

Adicionar comentário às 13:11 admin

Planejamento Financeiro Pessoal

“Uma pessoa se torna adulta quando começa a gastar mais do que o que ganha”
Millor Fernandes

O orçamento familiar ou pessoal é uma previsão de receitas (renda, juros, aluguéis, etc.) e despesas num determinado período de tempo (mês, trimestre, ano, etc.).

Esta previsão permite que a pessoa visualize de forma organizada como estão suas contas hoje e como elas ficarão num determinado período de tempo à frente.

As pessoas costumam ter um orçamento que pode ser escrito ou não. Um orçamento escrito indica a existência de um maior interesse pela sua utilização e fornece informações de melhor qualidade. Se o orçamento não está escrito (apenas na memória da pessoa), fornecendo-lhe informações sem uma maior precisão, sua efetiva utilidade será bem menor.

Ter um orçamento escrito e formalmente organizado é apenas uma condição necessária para se ter um planejamento financeiro satisfatório. Muitas pessoas chegam a elaborar um orçamento mas desistem ao verificar que ele não funciona a contento.

Um bom planejamento financeiro pessoal começa pela criação de um orçamento pessoal confiável, o que significa previsões com um satisfatório grau de precisão.

Para algumas pessoas, as previsões mais incertas são as de renda. Entre essas se destacam aquelas cuja renda é formada principalmente por comissões ou bônus. Nesses casos, o melhor a fazer é trabalhar com três hipóteses de renda anual: a provável, a otimista e a pessimista. Assim, as despesas obrigatórias ficariam atreladas à previsão pessimista. Um valor mais elevado de gastos seria realizado caso se confirmassem as previsões provável ou otimista.

Quanto às despesas, se há um orçamento detalhado e disciplina na sua execução, não haveria, na maioria dos casos, porque haver surpresas nos valores realizados.

A falta de disciplina na execução do orçamento ocorre principalmente com as compras por impulso. Algumas pessoas adotam soluções especiais para este problema, como por exemplo sair de casa sem talões de cheque ou cartões de débito ou crédito, não passar em determinados lugares etc. Outras a evitam levar crianças para as compras.

A observação de um princípio simples pode dar bons resultados: os dissabores das compras feitas por impulso costumam ser bem mais fortes e duradouros do que a satisfação por elas proporcionadas.

Muitas pessoas se deparam com o fato de que as despesas projetadas são sempre superadas. Isto acontece, geralmente, porque o orçamento de despesas foi elaborado de modo incompleto. Convém lembrar um princípio básico: sem planejamento cuidadoso, nossos gastos serão sempre maiores do que imaginamos.

Uma pessoa pode ter um orçamento bem elaborado, sem maiores dificuldades com as projeções de renda e despesas e ainda assim enfrentar sérios problemas na administração de suas contas. Isto acontece quando existe um descasamento temporário entre renda e despesa.

A pessoa pode ter uma renda anual compatível com sua despesa. Entretanto, em determinados meses, a renda é menor do que a despesa e em outros acontece o contrário. Neste caso, é preciso que a pessoa tenha, além do orçamento, uma projeção de entradas e saídas de dinheiro, mês a mês ao longo do ano. Seria o seu orçamento de caixa.

Fontes: Investir Hoje e Instituto de Estudos Financeiros

Adicionar comentário 24 de Outubro de 2008 às 10:26 admin

Tas na Zona 4: Como cuidar das cidades?

Fonte: Blog do Tas

Adicionar comentário 22 de Outubro de 2008 às 09:05 admin

Tas na Zona 3: Para que serve um vereador?

Fonte: Blog do tas

Adicionar comentário às 08:51 admin

Tas na Zona 2: Para que serve um prefeito?

Fonte: Blog do Tas

Adicionar comentário às 08:48 admin

Como Surgiram as Cidades

No próximo domingo teremos o segundo turno das eleições e vasculhando na internet, o blog do Marcelo Tas, apresentador do CQC, tem uma série de vídeos que procuram esclarecer as funções de um poder legislativo e executivo das cidades. Um vídeo muito bem montado e de forma descontraída, bem esclarecedor.

Fonte: Blog do Tas

Adicionar comentário às 08:39 admin

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