Arquivo de Outubro de 2008

Planejamento Financeiro Pessoal

“Uma pessoa se torna adulta quando começa a gastar mais do que o que ganha”
Millor Fernandes

O orçamento familiar ou pessoal é uma previsão de receitas (renda, juros, aluguéis, etc.) e despesas num determinado período de tempo (mês, trimestre, ano, etc.).

Esta previsão permite que a pessoa visualize de forma organizada como estão suas contas hoje e como elas ficarão num determinado período de tempo à frente.

As pessoas costumam ter um orçamento que pode ser escrito ou não. Um orçamento escrito indica a existência de um maior interesse pela sua utilização e fornece informações de melhor qualidade. Se o orçamento não está escrito (apenas na memória da pessoa), fornecendo-lhe informações sem uma maior precisão, sua efetiva utilidade será bem menor.

Ter um orçamento escrito e formalmente organizado é apenas uma condição necessária para se ter um planejamento financeiro satisfatório. Muitas pessoas chegam a elaborar um orçamento mas desistem ao verificar que ele não funciona a contento.

Um bom planejamento financeiro pessoal começa pela criação de um orçamento pessoal confiável, o que significa previsões com um satisfatório grau de precisão.

Para algumas pessoas, as previsões mais incertas são as de renda. Entre essas se destacam aquelas cuja renda é formada principalmente por comissões ou bônus. Nesses casos, o melhor a fazer é trabalhar com três hipóteses de renda anual: a provável, a otimista e a pessimista. Assim, as despesas obrigatórias ficariam atreladas à previsão pessimista. Um valor mais elevado de gastos seria realizado caso se confirmassem as previsões provável ou otimista.

Quanto às despesas, se há um orçamento detalhado e disciplina na sua execução, não haveria, na maioria dos casos, porque haver surpresas nos valores realizados.

A falta de disciplina na execução do orçamento ocorre principalmente com as compras por impulso. Algumas pessoas adotam soluções especiais para este problema, como por exemplo sair de casa sem talões de cheque ou cartões de débito ou crédito, não passar em determinados lugares etc. Outras a evitam levar crianças para as compras.

A observação de um princípio simples pode dar bons resultados: os dissabores das compras feitas por impulso costumam ser bem mais fortes e duradouros do que a satisfação por elas proporcionadas.

Muitas pessoas se deparam com o fato de que as despesas projetadas são sempre superadas. Isto acontece, geralmente, porque o orçamento de despesas foi elaborado de modo incompleto. Convém lembrar um princípio básico: sem planejamento cuidadoso, nossos gastos serão sempre maiores do que imaginamos.

Uma pessoa pode ter um orçamento bem elaborado, sem maiores dificuldades com as projeções de renda e despesas e ainda assim enfrentar sérios problemas na administração de suas contas. Isto acontece quando existe um descasamento temporário entre renda e despesa.

A pessoa pode ter uma renda anual compatível com sua despesa. Entretanto, em determinados meses, a renda é menor do que a despesa e em outros acontece o contrário. Neste caso, é preciso que a pessoa tenha, além do orçamento, uma projeção de entradas e saídas de dinheiro, mês a mês ao longo do ano. Seria o seu orçamento de caixa.

Fontes: Investir Hoje e Instituto de Estudos Financeiros

Adicionar comentário 24 de Outubro de 2008 às 10:26 admin

Tas na Zona 4: Como cuidar das cidades?

Fonte: Blog do Tas

Adicionar comentário 22 de Outubro de 2008 às 09:05 admin

Tas na Zona 3: Para que serve um vereador?

Fonte: Blog do tas

Adicionar comentário às 08:51 admin

Tas na Zona 2: Para que serve um prefeito?

Fonte: Blog do Tas

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Como Surgiram as Cidades

No próximo domingo teremos o segundo turno das eleições e vasculhando na internet, o blog do Marcelo Tas, apresentador do CQC, tem uma série de vídeos que procuram esclarecer as funções de um poder legislativo e executivo das cidades. Um vídeo muito bem montado e de forma descontraída, bem esclarecedor.

Fonte: Blog do Tas

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Varejo: um setor ainda promissor

Adicionar comentário às 08:28 admin

Cresceu o número de empregos formais na Região Metropolitana de Belém

BELÉM (PA) - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) informou em balanço divulgado ontem que mais de 11 mil empregos formais foram criados entre janeiro e setembro de 2008 na Região Metropolitana de Belém, apresentando um aumento percentual de 4,5%.

A análise informou que o comparativo entre admitidos e desligados nos últimos 12 meses foi positivo, e que o setor da construção civil foi um dos principais responsáveis.

O balanço do Dieese é feito com base em dados do Ministério do Trabalho, que confirmaram mais de 10 mil admissões e cerca de 8 mil demissões apenas no mês de setembro.

Na análise dos setores econômicos no mês de setembro, quase todas as áreas apresentaram saldo positivo de emprego formal, com exceção do setor de agropecuária e indústria de transformação, que tiveram um decréscimo de 3,87% e 0,79%, respectivamente.

O setor de construção civil teve o maior aumento, com 3,45% ou 630 postos de trabalho criados no mês. No país, o Ministério do Trabalho pesquisou a criação de empregos formais em 9 regiões metropolitanas nos últimos 12 meses, sendo que Belo Horizonte mostrou o maior crescimento, com 9,42%, seguido por São Paulo (8,38%) e Curitiba (7,79%). (Hyury Carvalho/Diário do Pará)

Fonte: Diário do Pará

Adicionar comentário às 08:15 admin

Arroz e feijão ficam mais caros no varejo, diz FGV

SÃO PAULO - O consumidor sentiu os preços aumentarem na primeira semana de outubro, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em 07 de outubro, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,16%, taxa 0,25 ponto percentual superior a coleta encerrada em 30 de setembro.

Para o coordenador do índice da FGV, Paulo Picchetti, se não fosse os reflexos da crise financeira mundial, tudo indica que a inflação entraria em um período de estabilidade. Nesta apuração, seis das sete classes de despesa componentes do índice registraram acréscimos: Alimentação (-0,97% para -0,23%), Habitação (0,24% para 0,34%) Vestuário (0,58% para 0,72%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,19% para 0,23%) Educação, Leitura e Recreação (0,11% para 0,12%) e Transportes (0,10% para 0,13%).

No sentido oposto, o grupo Despesas Diversas caiu de 1,02% para 0,86%. A maior contribuição para a aceleração do IPC-S partiu do grupo Alimentação, com 21 itens em alta, sendo que os principais destaques foram: Hortaliças e Legumes (-7,88% para -4,79%), Frutas (2,11% para 4,02%), Laticínios (-3,22% para -2,49%) e Arroz e Feijão (-2,88% para -0,72%).

Já o preço do óleo de soja continua caindo (-6,69% para -9,82%) e o leite longa vida, embora tenha desacelerado a queda, continua apresentado deflação (-7,31% para -5,76%). “Estamos vendo uma elevação dos preços de hortaliças, frutas e legumes e também sofrendo uma pressão por parte de grãos, vinda do cenário internacional”, disse Picchetti. De acordo com a FGV, ajudaram ainda elevar o IPC-S o aumento dos gasto com água e esgoto residencial (1,70% para 2,39%), cigarros (2,23% para 2,17%), aluguel residencial (0,43% para 0,46%) e condomínio residencial (0,58% para 0,93%). (Com informações do InvestNews)

Fonte: Diário do Pará

Adicionar comentário 8 de Outubro de 2008 às 11:38 admin

Consumidor adquiriu carne bovina mais barata em setembro

Após o recuo no preço do pescado, o valor da carne bovina seguiu o mesmo ritmo e fechou o mês de setembro em queda de 5,9%. No período, a carne de primeira foi comercializada em média a R$10,63. É o primeiro registro de queda em 2008. Nos primeiros nove meses deste ano, o alimento já acumula um reajuste de 2,21 %. A análise é do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócioeconômicos.

De acordo com a pesquisa, com o salário mínimo de R$ 415,00 e a carne custando em média R$ 10,63 é possível comprar cerca de 39 quilos. No mesmo período do ano passado era possível adquirir 42 quilos, já que o alimento custava em média R$ 8,96.

Nas primeiras semanas de outubro,a análise mostra uma estabilização no preço da carne tanto em açougues como em supermercados. ‘O problema é que esta estabilização de preços ocorre com o preço ainda muito elevado’, afirmou Roberto Sena, supervisor do Dieese.

Ainda segundo o Dieese, no mês passado, o Pará apresentou a maior queda no preço da cesta básica entre os 16 estados onde o departamento faz a pesquisa da alimentação. Apesar da redução de 7,34 % a situação ainda é preocupante em Belém. Para comprar os ítens, o consumidor gastou
R$ 191,19 e comprometeu a metade do atual salário minimo, colocando a cidade mais uma vez entre as dez capitais mais caras do País. O reajuste acumulado nos preços chega a 15,46 %.

Fonte: O Liberal

Adicionar comentário 7 de Outubro de 2008 às 11:22 admin


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