Arquivo de Outubro de 2007

Fiepa reage à nova licença-maternidade aprovada no Senado

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A ampliação do benefício da licença-maternidade de quatro para seis meses, conforme aprovado ontem na CDH (Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa) do Senado, deixa as mães radiantes. Mas este não é o sentimento de setores do empresariado.

O presidente da Fiepa (Federação das Indústrias do Pará), José Conrado, considera que a ampliação da licença-maternidade se trata de ‘mais um penduricalho para as empresas’. Ele destaca que, além de atrapalhar o funcionamento, em particular das indústrias, o benefício ampliado ‘poderá criar uma barreira para a contratação de mulheres em idade produtiva’.

José Conrado pondera que empresas com 200, 400 ou 500 funcionárias, por exemplo, que tenham um percentual alto de mulheres grávidas, vão perder uma mão-de-obra capacitada para os serviços. ‘A situação é ainda mais delicada com relação às micro e pequenas empresas, que constituem a maioria das empresas no País, que em geral funcionam com três a cinco funcionários, e serão seriamente prejudicadas se duas funcionárias ficarem grávidas’.

Outro questionamento do presidente da Fiepa é sobre como fica a situação das empresas que aderiram ao SuperSimples, pelo qual pagam um pacote de impostos e tributos inclusive o Imposto de Renda. Pelo projeto aprovado ontem, o IR das empresas poderá ser deduzido com as despesas referentes às funcionárias grávidas. ‘Eu olho com preocupação essa proposta, que vem justamente quando a mulher conquista maior espaço no mercado de trabalho’.

O empresário Wellington Aguiar, 36 anos, dono de uma loja de calçados na rua João Alfredo, em pleno centro comercial de Belém, ressalta que se entrar em vigor a amplação da licença-maternidade, isso não vai alterar muita coisa para quem está empregado, e sim para as mulheres que vão procurar emprego.

‘A princípio, não altera nada, porque quatro e seis meses não mudam muita coisa. Mas é uma pena que a política deveria ser voltada para incentivar a geração de empregos e, com essa medida, isso não vai acontecer. Vai prejudicar a contratação de trabalhadoras mulheres, porque o empregador vai pensar duas vezes antes de contratá-las, como acontece hoje com a mulher casada, que têm direito a um abono família, por causa dos filhos’. A licença-maternidade de seis meses será concedida pelas empresas que aderirem ao Programa Empresa Cidadã. Para Wellington, as empresas vão acabar aderindo para não ficarem com uma imagem negativa.

INSS - De acordo com o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), foram liberadas, no período de janeiro de 2005 até setembro deste ano, apenas no Pará, 43.265, que correspondem a valores acima de R$ 14,4 milhões. Esses números são referentes apenas aos benefícios concedidos diretamente pela Previdência. Não incluem os benefícios pagos às trabalhadoras com carteira assinada e que, desde 2003, são cobertos diretamente pelas empresas, que depois são ressarcidas pelo próprio INSS.

A estatística fornecida pelo INSS faz referência às demais classes de contribuintes, que são as empregadas domésticas, trabalhadoras avulsas, contribuintes individuais, seguradas especiais e as seguradas facultativas. Todas elas, em diferentes condições, também têm direito ao salário maternidade e, nesses casos, a legislação em tramitação no Congresso Nacional, não representará nenhuma alteração do tempo de concessão do benefício, pelo menos por enquanto.

As trabalhadoras avulsas são aquelas que prestam serviços a várias empresas, mas são contratadas por sindicatos e órgãos gestores de mão-de-obra. Contribuinte individual é quem trabalha por conta própria. Em outras palavras, é o trabalhador autônomo. As seguradas especiais são as trabalhadoras rurais que produzem em regime de economia familiar, sem utilização de mão-de-obra assalariada. Por fim, na categoria de segurado facultativo estão incluídas aquelas pessoas com mais de 16 anos que não possuem renda própria, mas decidem contribuir com a Previdência Social. É o caso das donas-de-casa.

Em 2005, o INSS pagou, para essas seguradas, no Pará, 15.016 licenças-maternidade em um total de R$ 4,3 milhões. No ano seguinte, em 2006, o número de benefícios liberados aumentou para 16.055 e para R$ 5,5 milhões. Este ano, de janeiro a setembro, já foram pagos R$ 4,5 milhões para 12.194 seguradas que solicitaram o benefício da licença-maternidade. O valor individual do benefício, pago mensalmente, varia de acordo com o rendimento da segurada. A média no Pará, este ano, é de R$ 374,31 mensais para cada beneficiada.

Fonte: O Liberal

Adicionar comentário 19 de Outubro de 2007 às 09:01 admin

Senado aprova projeto que amplia licença-maternidade para seis meses

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A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou nesta quinta-feira, por unanimidade, nesta quinta-feira o projeto que aumenta de quatro para seis meses o período da licença-maternidade. A iniciativa é facultativa, mas a empresa que aderir à proposta terá incentivos fiscais.

A proposta tem caráter terminativo, portanto, segue agora para análise e nova votação na Câmara.

A autora do projeto, senadora Patrícia Saboya Gomes (PDT-CE), comemorou a aprovação. “Está na hora de se respeitar a mulher brasileira e as crianças”, disse ela.

De acordo com a parlamentar, a renúncia fiscal para a União poderá chegar a R$ 500 milhões anuais –se todas as empresas aderirem ao projeto.

Mas, segundo Saboya, os gastos serão compensados com a melhoria da qualidade de vida das mulheres e crianças, uma vez que o SUS (Sistema Único de Saúde) reduzirá suas despesas.

Segundo a senadora, funcionárias públicas de 58 municípios em seis Estados já vivem a realidade da licença-maternidade de seis meses. De acordo com ela, desde o final de 2005 sua proposta –de ampliação da licença– foi submetida a várias Câmaras Municipais e Assembléias Legislativas em locais diferentes do país.

Pelo texto aprovado, a empresa que aderir ao Programa Empresa Cidadã vai poder descontar no cálculo do Imposto de Renda o valor integral da remuneração que a mãe recebia nos 60 dias de prorrogação da licença.

“O projeto vai diferenciar o compromisso social e a sensibilidade humana das empresas”, destacou presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dioclécio Campos Júnior.

Durante a votação nesta quinta-feira vários senadores elogiaram a iniciativa, entre eles Ideli Salvatti (PT-SC), Inácio Arruda (PC do B-CE), Heráclito Fortes (DEM-PI) e Eduardo Suplicy (PT-SP).

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Adicionar comentário 18 de Outubro de 2007 às 11:10 admin

Brasil deslancha no fim e goleia Equador em sua volta ao Maracanã

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Depois de sete anos sem jogar no Maracanã, o Brasil chegou a ser vaiado pelo torcedor, mas deslanchou no fim e goleou o Equador por 5 a 0, nesta quarta-feira, pela segunda rodada das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo-2010.

Atuar no estádio mais famoso do país com a camisa brasileira era novidade para a maioria dos atletas. Dos 22 convocados por Dunga, só Ronaldinho já tinha jogado no Maracanã com a seleção.

Também fazia bastante tempo que a seleção não disputava uma partida no Brasil. O último jogo havia sido em outubro de 2005, na vitória por 3 a 0 sobre a Venezuela, em Belém, ainda pelo torneio classificatório para o Mundial da Alemanha.

Na partida contra o Equador, o time comandado pelo técnico Dunga também precisava apagar a imagem deixada após o empate sem gols com a Colômbia, em Bogotá, na estréia nas eliminatórias.

No primeiro tempo o Brasil foi superior. A equipe tocava a bola no meio-campo, mas não atacava com muito perigo. No momento em que algumas vaias foram ouvidas no Maracanã, a equipe passou a jogar melhor.

Após um zagueiro equatoriano se atrapalhar, o ligeiro centroavante Vágner Love roubou a bola e chutou na trave, aos 15min. Não demorou muito para Love acertar a meta. Aos 19min, Maicon arrancou pelo lado direito do ataque e cruzou. Livre de marcação, o atacante –após seis partidas sem marcar gols pela equipe– tocou a bola para o fundo das redes e quebrou o jejum.

Mesmo com o gol, o Brasil não conseguiu brilhar. Robinho, Ronaldinho e Kaká se esforçaram, mas não criaram muitas jogadas.

Na etapa final, o treinador equatoriano colocou o centroavante Tenorio no lugar do meio-campista Quiróz. A substituição tornou o time mais ofensivo, porém os meias brasileiros tiveram mais espaços para criar.

Aos 12min, em cobrança de falta, o Equador quase empatou a partida. Castillo bateu forte, mas a bola passou por cima do gol. Sete minutos depois, Brasil respondeu. Love recebeu outro cruzamento de Maicon, mas cabeceou para fora. No minuto seguinte, o centroavante em um bonito chute quase fez o segundo gol.

Depois dos dois lances, a seleção brasileira passou a tocar a bola no meio-campo e as vaias voltaram mais fortes. Novamente, os jogadores escutaram, foram ao ataque e ampliaram a vantagem. Aos 27min, Kaká arrancou e chutou de fora da área. A bola desviou em Ronaldinho e enganou o goleiro.

Aos 32min, Kaká tentou de novo. De fora da área, ele chutou. Desta vez, a bola não desviou em ninguém e entrou no ângulo.

Mesmo com a decisão de Dunga de trocar Love pelo meio-campista Elano, a equipe não perdeu o poder ofensivo. Robinho pedalou, driblou o zagueiro e chutou para o meio da área. No rebote, Elano fez o quarto gol, aos 38min.

Novamente, Kaká chutou de fora da área. A bola foi fraca, mas o goleiro Daniel Viteri falhou. Após o “frango”, Kaká sorriu e mal comemorou, aos 40min.

A seleção volta a ser reunir em novembro para disputar mais duas partidas das eliminatórias: contra o Peru, fora de casa, e contra o Uruguai, em São Paulo.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

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Dia das Crianças Belém Alimentos

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Finalmente as fotos do evento realizado na loja e na comunidade em que o Belém Alimentos é parceiro.
Realmente foi um dia muito divertido para todos.

Dia 12 de Outubro
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Dia 13 de Outubro
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Adicionar comentário 17 de Outubro de 2007 às 15:32 admin

Suplementos nutricionais na gestação são necessários?

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Ácido fólico e ferro são componentes indispensáveis para uma gravidez saudável, para a mãe e para o bebê. Muitas vezes, necessitam ser suplementados, mas sempre por médico ou nutricionista, nunca por conta própria.

Durante a gravidez, há um aumento das necessidades nutricionais da mulher para a formação dos componentes da gestação, para o crescimento do feto e para formar as reservas que serão utilizadas, pela mãe e pelo bebê, durante todo esse período e durante a lactação.

O ideal é que a gestante aumente a ingestão de nutrientes por meio de uma alimentação saudável e balanceada. Esse aumento deve ser orientado sempre por nutricionista, porque de nada adianta aumentar a energia da dieta se esta não for acompanhada de vitaminas e minerais essenciais a essa fase.

Devido ao aumento das necessidades de nutrientes nesse período, além de seguir um cardápio variado e rico em alimentos nutritivos, em muitos casos é necessária a utilização de suplementos, especialmente de ácido fólico e ferro, como uma forma de precaução contra possíveis deficiências que comumente ocorrem, afetando tanto a mãe como o bebê.

Ácido fólico, fundamental contra malformações

O ácido fólico é uma vitamina que atua na produção sangüínea e na produção das células, atividades que se intensificam neste período, e é fundamental para a formação do sistema nervoso do feto. A deficiência de ácido fólico está relacionada a um tipo de anemia, chamada anemia megaloblástica, e a malformações no bebê, como anencefalia e espinha bífida.

A gestante necessita de 600 microgramas dessa vitamina por dia, 200 microgramas a mais do que a mulher não grávida. No entanto, a suplementação de ácido fólico deve ocorrer um mês antes de engravidar e nos dois primeiros meses de gestação, pois o tubo neural se fecha logo na quarta semana.

Apesar da suplementação, a gestante deve continuar ingerindo alimentos ricos em ácido fólico: vegetais de folhas verdes, como espinafre e brócolis, fígado, suco de laranja, alimentos integrais e legumes.

Hoje em dia, todas as farinhas são enriquecidas com ferro e ácido fólico. Cada 100 gramas de farinha de trigo contêm aproximadamente 200 microgramas de ácido fólico. Assim, quando você consome o pão no café da manhã, já esta ingerindo esse nutriente. Mas converse com seu médico ou nutricionista.

Ferro na medida certa

O ferro faz parte da hemoglobina, substância dos glóbulos vermelhos responsável por transportar oxigênio para todo o corpo. Durante a gestação, 27 mg de ferro são necessários para a produção de mais hemoglobina para a mãe e para o feto. Se necessário, o feto recorrerá às reservas da mãe. Com o enriquecimento da farinha de trigo com ferro, cada pão de 50 gramas apresenta em média 2 mg de ferro.

Os demais nutrientes também apresentam recomendações diferenciadas para esse período. Um cardápio balanceado e o acompanhamento médico e nutricional são essenciais para essa fase.

Lembre-se: suplementação só com orientação.

Forte abraço Andrea Galante é mestre e doutoranda em Nutrição Humana Aplicada pela Universidade de São Paulo, e presidente da Associação Brasileira de Nutrição. Escreve quinzenalmente na Folha Online, às terças-feiras.

E-mail: andrea.galante@uol.com.br

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

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Tira em Quadrinho - Recruta Zero

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Recruta Zero (nome original Beetle Bailey) é uma personagem de quadrinhos e desenho animado criado por Mort Walker (1923-).

É um recruta do exército americano, lotado no quartel Camp Swampy. Sempre cultivando sua preguiça e bom-humor, Zero é implacavelmente perseguido pelo adiposo e volátil Sargento Tainha, que não admite nenhuma insubordinação. Ainda assim, Beetle Bailey sempre dá um jeito de escapar da labuta. Seu lema de vida é: Never let to tomorrow what you can do the day after tomorrow (”Nunca deixe para amanhã o que você pode fazer depois de amanhã”). Outro de seus famosos aforismos é: It´s funny how time flies when we are goofing off (”É engraçado como o tempo voa quando a gente está de folga”).

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Trajetória

Embora tenha se consagrado como soldado, Recruta Zero nasceu como um estudante universitário (aluno da Universidade Rockview), que já aparecia em seus primórdios com os olhos cobertos por um chapéu; hoje, seus olhos são em geral tapados por um boné ou por um capacete, deixando-o com uma aparência inconfundível. A tira nunca teve sucesso – até que seu criador teve a idéia de alistá-lo no Exército norte-americano, em 1951. Mort Walker queria aproveitar a onda de nacionalismo gerada pela Guerra da Coréia, no que obteve sucesso estrondoso: cerca de 100 jornais americanos compraram os direitos de divulgação do Recruta Zero; muitos deles exibem religiosamente as tiras até o presente.

O Zero é um dos divertimentos favoritos dos militares norte-americanos, por sua irreverência em relação ao sistema militar e por exaltar a esperteza de um soldado raso face a seus superiores. Talvez por isso a tira tenha sofrido alguns maus bocados: durante as guerras da Coréia e do Vietnã, algumas publicações americanas – entre elas a Stars and Stripes, a revista oficial das Forças Armadas norte-americanas – insistiram na proibição da publicação das tiras do Zero, por considerá-lo uma afronta à ordem militar.

De acordo com o próprio autor, episódios como este lhe renderam inúmeras outras piadas, nas quais a burocracia e a estreiteza mental dos homens de quepe são ridicularizadas. De qualquer forma, com tal de evitar novos contratempos, Walker evita a associação dos quadrinhos com fatos reais, mantendo o desenrolar das histórias restrito ao Quartel Swampy. Desde 2002, seu filho Gregory tem-no ajudado na confecção de algumas tiras.

Nos países lusófonos

No Brasil

No Brasil, a tirinha é editada em vários jornais. Dentre eles: O Estado de S. Paulo (que edita a tirinha desde 1991), O Globo (que edita a tirinha faz muito tempo), Zero Hora, A Tarde, O Estado de Minas, A Gazeta (Vitória - ES), Diário de Pernambuco, Jornal de Brasília e Diário do Nordeste. Também é editada em livros de bolso pela Editora L&PM, de Porto Alegre.

A revista do Recruta Zero foi publicada durante os anos 70 e 80 pela Rio Gráfica Editora, que adquiriu e tomou o nome da Editora Globo. Também foi publicada pela Editora Saber, sob o título ‘Zé, o Soldado Raso’, entre 1970 e 1973.

Na revista houve muitas adaptações para o público brasileiro, feitas por artistas brasileiros, como os jornais “Folha Oficial” e “Jornal do Batalhão”, o primeiro, órgão oficial do quartel e o segundo um´jornal feito pelos soldados, sempre com muita ironia sobre os acontecimentos do quartel. Foi relançado pela editora Saber, em edições com formato diferente da publicações da Globo e depois pela Opera Grafica.

Duas adaptações de destaque, em edições especiais da revista, foram:
A sátira à telenovela Roque Santeiro, onde os personagens da novela eram interpretados pelos personagens da revista, com a personagem Mocinha sendo interpretada por ninguém menos que o Tenente Escovinha.
Rock In Swampy, sátira ao Rock in Rio, festival de música que ocorreu no Rio de Janeiro em 1985. Novos oficiais, meio hippies, chegam ao quartel Swampy e após tentativas de melhorar o relacionamento com os praças, tais como alojamentos mistos (que não funciona pois levam para lá hippies e punks e os soldados reclamam que as hippies “não tomam banho” e as punks “cospem o tempo todo”) e comida vegetariana, resolvem fazer um festival de rock.

O desenho animado de Recruta Zero foi exibido pela TV Record. e no boomerang canal fechado em especial em 2004, e no começo de 2007 onde era exibido diariamente as 4:30.

Personagens

De alguma forma, todos eles foram inspirados em experiências pessoais do autor, mas alguns originaram-se de sugestões de leitores. Outros personagens, no entanto, acabaram não emplacando e foram retirados de circulação, como Foguinho, Sebinho e Cantina. Abaixo, seguem os personagens que acompanham Zero desde que este entrou para o Exército norte-americano:
Zero (”Beetle Bailey”); preguiçoso, indolente, está sempre armando formas de fugir do trabalho. Está sempre com boné ou capacete cobrindo os olhos.
Oto (Otto) – trata-se do cachorro do Sargento Tainha (Sgt. Orville Snorkel). Originalmente, Mort Walker retratou o cãozinho como um cachorro comum, para depois desenhá-lo com o mesmo uniforme de seu dono, além de ter a mesma cara;
Sargento Tainha (Sgt. Orville Snorkel), um brutamontes sem jeito com as mulheres, solitário e que sempre age de forma hostil com seus soldados.
Platão (Plato) – é o intelectual da trupe. Sempre fazendo citações de livros e falando como se estivesse apresentando uma tese de doutorado, é um dos amigos do Zero;
Dentinho (Zero) – o oposto de Platão. Dentinho é um personagem, digamos, limitado intelectualmente, e seu nome é uma ironia a dois de seus dentes crescidos;
Cosme (Cosmo) – é o viciado em tecnologia e jogatina. Nunca perdeu uma partida sequer de pôquer para o Zero; Faz um comércio informal em seu “cantinho do Cosme”, onde vende de tudo;
Roque (”Rocky”), soldado sem características especiais, contracena com os outros soldados;
Quindim (Killer) – faz as vezes de mulherengo e galanteador dentro do quartel Swampy. Nem sempre tem sucesso (em geral, uma em cada cinqüenta de suas cantadas dá certo), é o principal amigo de Zero;
Tenente Escovinha (Lieutenant Fuzz) – trata-se de um oficial caprichoso e imaturo, sempre reclamando que nunca é promovido, constantemente tem chiliques infantis e vive implicando com o jeito grosseirão do Sgto. Tainha;
Tenente Mironga (Lieutenant Flap) – embora não apareça com freqüência nas tiras, leva a honra de ser o primeiro personagem negro a ser retratado em quadrinhos norte-americanos, em 1970, sua marca registrada é o eterno cabelo “black power”;
Capitão Durindana (Captain Scabbard) – é um sujeito tímido e de raros melindres, sempre disposto a ouvir as reclamações dos subordinados, em especial do Zero e de outros soldados rasos;
Major Batalha ou Peroba (Major Greenbrass) – companheiro inseparável do General Dureza no golfe e no Clube dos Oficiais, onde ambos batem ponto após o expediente para beber;
General Dureza (General Halftrack) – é a inépcia em pessoa. Pensa mais no golfe que na administração do quartel. Como se não bastasse, tem problemas de alcoolismo (toma muitos Martinis) e obedece cegamente à mulher, Martha. Vive com esperenças de receber uma carta do Pentágono, que nunca lembra sequer da existência deste quartel;
Martha (”Martha Halftrack”); esposa megera do General Dureza,
Cuca (Cookie) – é o cozinheiro do quartel Swampy, reputado por sua incrível capacidade de tirar o apetite de todos com suas “iguarias”. Inicialmente retratado com um quepe de caserna, ganhou um chapéu de mestre-cuca, para facilitar a identificação. Sempre trabalha fumando (em 1989, o personagem aboliu de vez o hábito de fumar);
Srta. (ou Dona) Tetê (Miss Buxley) – é a sugestiva secretária do General Dureza, sempre representada com um vestido preto. É o objeto de desejo de soldados e oficiais dentro do quartel, mas também é a típica “loura burra”, bem menos competente que sua colega Blips.
Soldado Blips; é a competente secretária militar do General Dureza, sempre desprezada por não ter os atributos físicos de Srta. Tetê.
Julius, chofer gordinho do General Dureza.
Capelão, sempre com um bom conselho aos militares.
Cabo Ky (”Corporal Yo”), introduzido em 1990, é o primeiro asiático destes quadrinhos.
Dr.Bonkus, médico do quartel, meio amalucado.

Curiosidades

Nos anos 70, havia uma revista concorrente, chamada “Recruta Biruta”, publicada então pela Editora Abril.

Fonte: http://pt.wikipedia.org

2 comentários às 11:04 admin

Picanha ao Creme de Cebola com Leite de Coco

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Ingredientes

2kg de picanha
2 colheres (sopa) de tempero pronto
2 colheres (sopa) de mostarda
1 xícara (chá) de suco de abacaxi
sal
pimenta a gosto

Ingredientes para o Molho:
1 garrafinha de 200 ml de leite de coco
100g de margarina
½ xícara (chá) de açúcar mascavo
6 cebolas cortadas em tiras
½ xícara (chá) de molho de soja
2 tabletes de caldo de carne dissolvidos em 1 litro de água

Modo de Preparo

Tempere a picanha com os ingredientes acima e deixe de molho por 40 minutos.
Molho: Derreta a margarina e junte o açúcar mascavo. Misture bem e coloque a picanha para fritar dos dois lados. Acrescente o molho de soja e o litro de caldo de carne, reservando um pouco do caldo. Acrescente a cebola e o restante do tempero da picanha. Tampe a panela e deixe cozinhar em fogo baixo por 2 horas, virando sempre. Acrescente o restante do caldo de carne e o leite de coco e deixe cozinhar por mais 10 minutos. Retire a carne, fatie e regue com o molho. Sirva com arroz e uma saladinha.

Rendimento: 8 pessoas.
Dica: a picanha pode ser substituída por maminha, lagarto, coxão duro ou alcatra.

Fonte: http://www.rederecord.com.br

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Adicionar comentário 16 de Outubro de 2007 às 12:02 admin

Saudosos “Os Trapalhões”

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Este grupo fez o imaginário infantil da década de 80, muitos riram com suas piadas engraçadas e um humor irreverente, quatro, Didi, Dedé, Mussum e Zacarias, revolucionaram o humor brasileiro com suas tiradas nas esquetes montadas para todos os domingos as 18:00 da tarde. Todos esperávamos sentados à frente de nossas tvs, ansiosamente por esse grupo, mas que infelizmente acabou, após a morte de dois importantes integrantes (Zacarias e Mussum). Acompanhe um pouco a história dessa maravilhosa trupe e um vídeo para recordar.

Os Trapalhões foi um programa de TV de um grupo de comediantes brasileiros, liderados por Renato Aragão. O programa entrou para o Livro Guinness de Recordes Mundiais como o programa humorístico de maior duração da TV, tendo 30 anos de exibição.

História

Primórdios

Estreou em 1966 na TV Excelsior de São Paulo com o nome Os Adoráveis Trapalhões. Reunia na sua fórmula quatro tipos: o galã Wanderley Cardoso, o diplomata Ivon Cury, o estourado Ted Boy Marino e o palhaço Renato Aragão, o Didi Mocó, além de Manfried Sant’anna, o Dedé Santana. Com a saída de alguns desses integrantes, e a entrada do sambista participante de Os Originais do Samba Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum e de Mauro Faccio Gonçalves, o Zacarias consolidou-se o grupo que iria mais tarde se tornar um dos quadros mais famosos da TV brasileira.

Na TV Record, o programa conseguia maior audiência em seu horário do que o Fantástico. O programa ainda se instalou na TV Tupi no início dos anos 70, onde passaram a ser chamados Os Trapalhões. E foi para Rede Globo em 1977.

O auge

Em 1977, já na Rede Globo, tinham um programa que era apresentado aos domingos, às 19h, imediatamente antes do Fantástico e tinham a formação de quatro integrantes permanentes, além de atores convidados. O programa também tinha outros atores fixos que não faziam parte do quarteto principal: Tião Macalé (que imortalizou o bordão “Ih! Nojento!”), Jorge Lafond (que satirizava os homossexuais), Emil Rached (o gigante atrapalhado de 2,23m), Carlos Kurt (o alemão de olhos esbugalhados e sempre mau-humorado), Felipe Levy, Roberto Guilherme (o Sargento Pincel), entre outros.

Em 1981, sob direção de Adriano Stuart, Os Trapalhões já tinha um público notoriamente infantil e foi nessa época que o quarteto alcançou grande repercussão, principalmente depois dos sucessos que fizeram no Festival de Berlim. Tanto o público quanto os críticos passaram a ver os quatro integrantes do grupo como os principais representantes nacionais da comédia infanto-juvenil. No mesmo ano o programa exibiu um especial de 15 anos que ficou quase 8 horas no ar, com 11 quadros e uma campanha em favos dos deficientes físicos. Em 1982 o programa ganhava a direção de Osvaldo Loureiro, o público passou a assistir a gravação de alguns quadros no Teatro Fênix (Rio de Janeiro). Em maio de 1983 o programa iniciou uma nova fase com Gracindo Júnior (direção) e Carlos Alberto de Nóbrega (redação). Além dos tradicionais esquetes isolados, as comédias teatrais bastante conhecidas foram adaptadas para o humor do programa. Shows eram gravados mensalmente com a participação do público. Passaram também a ser incluídas gravações externas.

Sob direção de Paulo Araújo em 1984, o quarteto teve uma renovação na linguagem visual para dar uma maior unidade, com a base do cenário sendo branca, mudando a cor apenas dos elementos de cena. Passaram a ser usados pela primeira vez bordões pelo grupo (Acredite, mas não é; Dez, nota dez). Em 1985 os humoristas gravaram uma série de 14 episódios em los Angeles. A partir de 1986, o programa começou a focar mais o público infantil, com quadros direcionados para essa faixa etária e uso dos efeitos especiais. Em agosto do mesmo ano, Carlos Manga passa a dirigir o programa, fazendo quadros mais curtos e interligados um ao outro. Em 1987, após o especial de 20 anos do grupo, ocorre novas mudanças: Maurício Tavares assume a direção e insere quadros inéditos, além de humorísticos musicais (com a presença de cantores convidados). Em 1988 Wilton Franco assume a direção do programa, que ganha shows ao vivo com a participação do público e o público infantil passou a ganhar mais atenção, com brincadeiras, atrações e quadros voltados para esse público.

Sem Mussum e Zacarias

Em 1990, o humorístico estreou sem a presença de Zacarias, que morrera em 18 de março do mesmo ano. Agora a atração se dividia em duas partes: um com atrações musicais e a outra se passava no “Trapa Hotel”. No hotel cada trapalhão tinha uma função: Didi era o secretário-geral, Dedé era o secretário de esportes e lazer e Mussum era o segurança. No mesmo ano fazia a sua estréia no programa o cantor Conrado, que era o galã do grupo e ficou por quatro anos e meio no programa, além da sua atual esposa Andréia Sorvetão. Em 1991, o programa passa por outra reformulação: o rap tomou conta do grupo, que mostrava um bairro típico de qualquer cidade grande, onde aconteciam shows de cantores convidados novos quadros, como a Oficina dos Picaretas e O Filho do Computador.

Em abril de 1992 estreou A Vila Vintém, que mostrava histórias passadas em uma rua de subúrbio, além da Agência Trapa Tudo. Didi era o vagabundo Bonga e acolhia a menina Tininha (Alessandra Aguiar), fugida de um orfanato; Dedé era o dono de uma oficina; Mussum o mordomo de uma casa rica. Em 1993 o programa, dirigido agora por José Lavigne, sofreu grandes mudanças: saída da platéia das gravações e quadro. A nova estrutura foi dividido em duas partes: uma de esquetes e outra com história fixa com Didi e atores. A comédia Nos Cafundós do Brejo se passava na Caatinga nordestina e recebia tratamentos de história em quadrinhos. Após o falecimento de Mussum, em 29 de julho de 1994, o grupo foi desfeito, mas durante algum tempo a Globo exibiu reprises de seus programas. Renato Aragão e Dedé Santana, posteriormente voltaram a atuar na TV, porém sem refazer a dupla.

A briga

Em 1983 houve uma crise entre os componentes do grupo e Renato Aragão, o que resultou na formação do grupo DeMuZa, que realizou, sem a presença de Renato, o filme Atrapalhando a Suate.

Renato Aragão é frequentemente criticado por não prestar auxílio aos familiares dos seus antigos colegas, que passam necessidade. Em 1998, a família de Mussum (que chega a passar fome) entrou com processo na Justiça contra Renato Aragão, pelo direito do artista de dispor sobre a utilização, distribuição e a reprodução de sua obra: os direitos autorais.

Em um comunicado oficial, Renato Aragão declara que sua empresa nunca deixou de cumprir com suas obrigações contratuais com Mussum, na forma determinada pela Justiça, em benefício de seus herdeiros.

Com a família do trapalhão Mauro Gonçalves, o Zacarias, que morreu em 1990, a acusação é diretamente contra a Globo. Em um processo movido em 1998, os familiares do humorista reividincam uma indenização e o pagamento dos direitos autorais do artista pelas retransmissões do programa Os Trapalhões, entre 1995 e 1998. Segundo o processo, no caso de reapresentação do programa, está claro no contrato que o artista teria de receber da Globo 10% do que lhe foi pago pelo mesmo tempo de trabalho.

No último cálculo, o montante solicitado pela família à Globo chegava a R$ 120 milhões.

Em 2004, Renato Aragão acena com uma reconciliação com o outro trapalhão sobrevivente, Dedé Santana, durante o programa Criança Esperança. Críticos disseram que a reconciliação foi jogada de marketing, num momento em que movimentos homossexuais ameaçaram entrar com processo contra Aragão, por difamação e preconceito.

Já no ano de 2005, Dedé Santana se junta a Beto Carrero e cria o programa “Comando Maluco” que atualmente é exibido pelo SBT.

Formação Os Adoráveis Trapalhões
Antônio Renato Aragão(Didi Mocó)
Wanderley Cardoso
Ivon Curi
Ted Boy Marino

Formação Os Trapalhões
Antônio Renato Aragão (Didi Mocó)
Manfried Sant’Anna (Dedé Santana)
Antônio Carlos Bernardes Gomes (Mussum)
Mauro Faccio Gonçalves (Zacarias)

Trapalhões no Cinema
Ver artigo principal: Filmografia dos Trapalhões

O primeiro filme dos Trapalhões foi realizado em 1965 e contava apenas com a dupla Didi e Dedé. Com a formação clássica (que contava ainda com Mussum e Zacarias) foram realizados 23 filmes do perído de 1978 a 1990. Mais de 120 milhões de pessoas já viram filmes dos Trapalhões, sendo que sete filmes estão na lista dos dez mais vistos da história do cinema nacional brasileiro.

Lista

3° lugar - O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão de 1977, com 5,8 milhões de espectadores
5° lugar - Os Saltimbancos Trapalhões de 1981, com 5,2 milhões
6° lugar - Os Trapalhões na Guerra dos Planetas de 1978, com 5,1 milhões
7° lugar - O Cinderelo Trapalhão de 2007, com 5 milhões
8° lugar - Os Trapalhões na Serra Pelada de 1982, com 5 milhões
9° lugar - O Casamento dos Trapalhões de 1988, com 4,8 milhões
10° lugar - Os Vagabundos Trapalhões de 1982, com 4,6 milhões

Alguns Vídeos

Os Trapalhões: A filha do seu Faceta (1981)
Os Trapalhões (1978) - Didi imita Sidney Magal
os trapalhões no bar

Fonte: http://pt.wikipedia.org

Adicionar comentário 15 de Outubro de 2007 às 10:59 admin

Mensagem da Semana - O Menestrel

O menestrel - William Shakespeare

Vamos iniciar uma nova categoria, mensagem da semana, aqui vamos colocar palavras de incentivo e reflexão para podermos começar a semana bem e com uma grande injeção de ânimo.
Aqui vai um vídeo chamado “O Menestrel”, uma grande interpretação de Moacir Reis e texto de William Shakespeare, um texto magnífico que nos leva a entender algumas coisas da vida e outras nem tanto.

Boa Semana para todos.

Adicionar comentário 14 de Outubro de 2007 às 10:50 admin

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