Arquivo de 25 de Setembro de 2007

Hagar o Horrível

barrablog23 - barrablog23

Hoje vocês vao conhecer um pouco sobre outro personagem de tiras em quadrinhos, Hagar o Horrível.

Hagar, o Horrível (Hagar, o Terrível, em Portugal) é o nome do personagem principal de uma tira em quadrinhos, ou banda desenhada, criada em 1972 por Dik Browne (Dik é apelido de Richard Arthur), distribuída a 1.900 jornais em 58 países e 13 idiomas.

As tiras são mundialmente distribuídas pela King Features Syndicate, a quem pertencem os direitos autorais, inclusive da marca “Hagar”.

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Histórico

A figura de um viking foi engendrada por Browne em 1972, em sua casa no Connecticut. O nome Hagar veio por acaso: certa feita, o próprio Dik acabara de acordar e seu filho mais novo, Chris, exclamou: “Olhe, mamãe! È Hagar, o horrível”. As personagens secundárias foram, então, todas rebatizadas, respeitando-se a inicial H dos nomes. Os nomes originais se perderam.

As tiras são publicadas em 13 idiomas diferentes, em 58 países num total de mais de mil e seiscentos jornais.

Desde a aposentadoria de Dik em 1988 seu filho Chris têm cuidado das tiras pessoalmente, embora já tenha começado a ajudar o pai desde 1974. De 1989 a 1995 Chris escrevia e desenhava; de 1995 em diante os roteiros passaram a ser feitos por outros artistas.

No Brasil, as tiras de Hagar são publicadas pelo jornais Folha de São Paulo, O Globo e Zero Hora.

As personagens

Hagar é um guerreiro Viking que freqüentemente tenta invadir a Inglaterra e outros povos.

O melhor amigo de Hagar, ao contrário do imaginário popular que toma os vikings como guerreiros musculosos, é um magrelo ou magricela covarde chamado Eddie Sortudo; Contracena ainda com sua família: a esposa Helga, o filho Hamlet, a filha Honi, a pata Kvack e seu cachorro Snert.

Embora respeitado profissionalmente (um dos maiores saqueadores e assassinos da Escandinávia) Hagar leva uma vida pessoal frustrada. Está sempre discutindo com a esposa Helga, que não está satisfeita com o padrão de vida que a família leva.

Para vergonha de Hagar, seu filho Hamlet está longe de ser um filho modelo: sem interesse por brigar, xingar e outros passatempos das crianças vikings, Hamlet está sempre lendo, filosofando e pensando sobre como algum dia poderá ser médico ou advogado.

A filha de Hagar, Honi, tem dezesseis anos e ainda não casou, sendo para os padrões da época já uma solteirona. Esta sim tem interesse em combater nas fileiras do pai, mas às vezes mostra um anseio por uma rotina mais comum de dona-de-casa.

O cachorro Snert não é muito subordinado ao dono, mas ainda assim se apresenta um companheiro mais útil e fiel a Hagar que seu melhor amigo, ironicamente chamado Eddie Sortudo, um viking franzino que usa um funil como chapéu. Sorte e raciocínio é o que mais falta a Eddie Sortudo que está sempre desobedecendo às ordens dadas por Hagar; quando não por insubordinação, simplesmente por não compreendê-las.

Fonte: http://pt.wikipedia.org

Adicionar comentário 25 de Setembro de 2007 às 10:01 admin

Rio paga até R$ 4.560 a aluno que se formar com nota boa

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Se essa moda pega aqui…

Prefeitura diz que incentivo é para evitar evasão escolar.

Alunos de escolas municipais ganharão um incentivo polêmico para permanecer em sala de aula. Decreto municipal, em vigor a partir desta segunda-feira (24), determina o pagamento de dois a 12 salários-mínimos (R$380 a 4560) para estudantes aprovados nos três últimos anos do ensino fundamental (as antigas 6ª,7ª e 8ª séries) com conceito global “MB” (muito bom).

Para cada ano aprovado com conceito global “MB”, o aluno tem direito a dois salários mínimos. Se o conceito for alcançado em todas as disciplinas do período escolar, o bônus é dobrado. Estudantes graduados com bônus máximo (“MB” em todas as disciplinas nos três anos) ganham um diploma de “Mérito-Máximo-Escolar”, além dos 12 salários-mínimos.

O dinheiro só será recebido se os beneficiados concluírem o ensino fundamental nas escolas municipais. Caso o conceito global “MB” não seja alcançado no último ano, o aluno terá o bônus acumulado reduzido à metade. Em nota oficial, a Secretaria municipal de Educação informou que serão usados recursos próprios do tesouro municipal para financiar o programa.

Os benefícios prometidos pela Prefeitura se estendem após a conclusão do ensino fundamental. Alunos com “Mérito-Escolar” serão acompanhados pelos órgãos municipais até os 18 anos, e quando estiverem no curso superior ou profissional terão preferência em estágios na Prefeitura, ainda segundo o decreto municipal.

Medida contra evasão escolar

A Secretaria Municipal de Educação disse, em nota, que o mérito-escolar surgiu como “um incentivo à permanência do aluno na escola, possibilitando a conclusão do ensino fundamental”. A secretaria informou também que a evasão escolar nos períodos finais do ensino fundamental é alta.

“O objetivo do programa é estimular a motivação para o estudo, tendo como foco a aprendizagem dos alunos. E também reduzir as taxas de evasão que são mais altas nos períodos do terceiro ciclo de formação”, diz a nota.

As novidades no ensino municipal não foram bem recebidas pelo Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe). Em nota, o Sepe diz que “o prefeito está tentando, na verdade, impor a ferro e fogo a aprovação automática, comprando a consciência da comunidade escolar com a bonificação”.

O sindicato voltou a criticar o sistema de ciclos utilizado pela Prefeitura em que alunos são avaliados pelos conceitos “R” (regular), “B” (bom) ou “MB” (muito bom) ao longo dos períodos escolares sem a possibilidade de serem reprovados.

O Sepe disse que a Prefeitura continua a desrespeitar lei da Câmara dos Vereadores contra aprovação automática. Mesmo com a criação do conceito “RR” (registra recomendações), em que é recomendada recuperação paralela aos alunos fora dos outros conceitos, ainda não há reprovação.

“É muito complicado esse incentivo, porque não é pra todo mundo. Vira uma competição ruim dentro da escola. E não resolve o problema”, disse a coordenadora-geral do Sepe, Maria Beatriz Lugão.

Pesquisador defende iniciativa

Pesquisador de políticas públicas educacionais, o professor Luiz Carlos Gil Esteves, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), pode incentivar os alunos. Ele disse ser uma “medida criativa”, e foi enfático ao dizer que o “quadro não pode continuar como está”, embora ressalte que não conhece nenhuma experiência semelhante.

“Ninguém discute que tem que melhorar a qualidade de educação, mas não pode se esquecer das pessoas que já estão na rede. Tem que se dar incentivos para que os alunos continuem estudando”, disse o pesquisador.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Adicionar comentário às 08:56 admin


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